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Construção do Espaço Cultural

Diretor
Elpídio Navarro
Ano
Duração
7 minutos
Colorido
Super-8

Contraponto entre a construção do grandioso Espaço Cultural, no bairro de Tambauzinho, e o abandono do Teatro Santa Roza, situado no centro de João Pessoa. A trilha sonora é um relato crítico da situação, feito pelo próprio realizador, em um tom quase epistolar. O filme aborda questões relativas à política cultural e de ocupação dos espaços públicos na Paraíba.

Comunicação e Comunidade

Diretor
Coletiva
Ano
Duração
19 minutos
Colorido
Super-8

Jornalistas, professores e alunos falam sobre o curso de Comunicação Social da UFPB. Depoimentos dos jornalistas Carlos Aranha e Walter Galvão, dos professores Albino Rubin, Pedro Santos e Regina Saraiva e dos alunos Glória Rabay e Newton Jr. Trabalho da disciplina Técnicas de Cinema, do professor Manoel Clemente.

FILME TEMPORARIAMENTE INDISPONÍVEL PARA VISUALIZAÇÃO

closes

Closes

Diretor
Pedro Nunes
Ano
Duração
32 minutos
Colorido
Super-8

Casal homossexual protagoniza cenas de amor. Depoimentos de Lauro Nascimentos, Eleonora Menicucci, Henrique Magalhães e de populares sobre homossexualidade. As entrevistas foram feitas no centro de João Pessoa e no campus da UFPB.

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Ciclo do Caranguejo

Diretor
Elisa Cabral
Ano
Duração
14 minutos
Colorido
Super-8

O ciclo do caranguejo e seus personagens e cenários: duro trabalho dos catadores das comunidades ribeirinhas de Várzea Nova, Porto do Moinho, Forte Velho e Livramento. O filme ressalta o contraste entre os catadores e os consumidores e mostra a atuação dos intermediários e de trabalhadores que atuam no processo de extração da carne de caranguejo, base do ensopado, qualificado como um “prato internacional”.

cidade dos homens

Cidade dos Homens

Diretor
Jomard Muniz de Britto
Ano
Duração
25 minutos
Colorido
Super-8

Com depoimento do ator e diretor Ednaldo do Egito, o filme reflete sobre a presença masculina na cidade de João Pessoa.

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Celso pós milagre

Diretor
Vânia Perazzo
Ano
Origem
França
Duração
18 minutos
Colorido
Super 8

Em Paris, o economista paraibano Celso Furtado fala da sua atuação na Sudene, instituição idealizada por ele, e de seus planos para participar da vida política do Brasil. Vai a “sebo” de livros, ao Instituto onde dá aulas, compra produtos em feira de rua e caminha pelos parques da cidade. Comenta sobre o futebol e numa longa sequência, brasileiros assistem ao jogo Brasil x Rússia na Copa de 1982. Ao embarcar para o Brasil, revela esperança com os novos rumos do país após a eleição a ser realizada em novembro.aaa

o incrível roubo

O incrível roubo da Torre Eiffel

Diretor
Everaldo Vasconcelos
Ano
Duração
5 minutos
Colorido
Super-8

Henrique Magalhães, Torquato Joel e outros si-mulam o roubo da Torre Eiffel, símbolo da cultura francesa. Curta experimental filmado em Paris pelos estagiários do Atelier de Cinema Direto da Associação Varan.

cidade verde

Cidade Verde

Diretor
Não identificado
Ano
Duração
15 Minutos
Colorido
Super-8

Em tom institucional, narrador exalta as virtudes de João Pessoa, a cidade verde. Imagens do centro, Praça João Pessoa, Lagoa, Cidade Universitária. A narração alerta para o crescimento da cidade, ameaçando as áreas verdes. Os dois depoimentos são prejudicados pela edição. As imagens, possivelmente do início da década de 1980, formam um importante registro da diminuição das áreas verdes da cidades.

24 horas

24 Horas

Diretor
Marcus Vilar
Ano
Duração
17 minutos
P&B
16 mm

Cenas ficcionais, imagens de registro e depoimentos discutem a questão do alcoolismo. Participações do jornalista Anco Márcio e do ator Fernando Teixeira.

23 barões

23 Barões

Diretor
Rômulo Azevedo e Romero Azevedo
Ano
Duração
10 minutos
Colorido
Super-8

Em frente ao bar Sinatra, professor fala da Asso-ciação dos Docentes da UFPB – Campina Grande. Imagens do centro da cidade, com destaque para a livraria Livro 7. Reunião da Associação, com dis-cussão sobre uso de verba para cultura. Homem lê texto de Revolução do Cinema Novo, de Glauber Rocha. Grupo faz cartelas: 23 barões, Cinema Dí-namo. O título refere-se a uma verba de 23 milhões de cruzeiros antigos que a Associação dispõe para atividades culturais. “Barão” era o nome popular da cédula de milhão de cruzeiros antigos.